O Claude sugerindo construindo dentro do Roblox Studio.
Claybrick é um plugin mais um servidor-ponte local que dão ao Claude ferramentas de verdade no Studio: ler a hierarquia do place, escrever scripts e rodar o código pra testar antes de te entregar. Você escolhe quem paga a conta — sua chave da API, ou a cota da sua assinatura Pro/Max.
irm https://claybrick.online/install.ps1 | iex
O Claude pede. Você autoriza. O Studio executa.
Plugin do Studio só faz requisição de saída — não dá pra um servidor chamar o Studio de fora. Então a ponte inverte: o servidor enfileira o pedido de ferramenta, o plugin busca por long-poll, pergunta se pode, executa lá dentro e devolve o resultado. Nada toca no seu place sem passar por essa fila.
Servidor-ponte
Python, em 127.0.0.1:8787. Fala com o Claude e enfileira as ferramentas.
Plugin no Studio
Luau. Puxa a fila, pede sua permissão, executa e devolve o que aconteceu.
Dois backends. Mesmas 27 ferramentas.
Os dois usam o mesmo system prompt e exatamente as mesmas ferramentas. A diferença é só quem roda o loop do agente — e quem paga. Dá pra alternar no próprio plugin.
Chave da API
Sua chave da Anthropic, pago por token. O raciocínio e o texto aparecem no chat enquanto acontecem, e a conversa é resumida sozinha quando fica longa demais pro contexto.
DEFAULT_BACKEND=apiAssinatura Pro/Max
Roda o Claude Code logado na sua conta, via Claude Agent SDK: gasta a cota da assinatura em vez de cobrar por token. O agente fica travado nas ferramentas do Roblox — Bash, Read, Write e Edit ficam bloqueados.
DEFAULT_BACKEND=subscriptionEle lê à vontade.
Pra escrever e rodar, ele pergunta.
Cada ferramenta carrega uma classe de permissão, e quem decide é o plugin — não o servidor. Ctrl+Z desfaz as escritas: cada ferramenta, e cada batch, é um waypoint de undo.
Enxergar o place
get_tree, get_source, find_instances, search_source, get_properties, get_selection, get_output. Nunca pergunta — ler não quebra nada.
Construir
create_instance, set_source, patch_source, insert_asset, set_tags. E batch, que faz projetos: várias escritas numa transação só — um undo, uma permissão.
Testar de verdade
run_code roda um ModuleScript com require + asserts em edit mode, sem sujar o place — é onde a maior parte do teste deve morar. run_playtest só quando o runtime é o objeto do teste, e é destrutivo.
Não inventar API
lookup_api responde a partir do Full-API-Dump.json oficial da sua versão do Studio — 682 classes, 351 enums — marcando os deprecados e os que só funcionam via plugin. É o que impede o part.Colour inventado.
| Modo | Leitura | Escrita | Execução |
|---|---|---|---|
| Perguntar (padrão) | direto | pergunta | pergunta |
| Aceitar edições | direto | direto | pergunta |
| Sem permissões | direto | direto | direto |
Guias curados
Luau moderno e arquitetura cliente-servidor entram no system prompt, toda sessão.
Memória de projeto
Vive num StringValue no ServerStorage, dentro do place — sobrevive a reinícios e viaja junto com o arquivo.
Um comando. Dois minutos.
O instalador confere seu Python, baixa a ponte, monta o ambiente e põe o plugin na pasta do Studio. Precisa de Python 3.10+ e do Roblox Studio — no Windows, em PowerShell. Ele só escreve em %LOCALAPPDATA%\Claybrick e na pasta de Plugins, e rodar de novo atualiza sem apagar sua chave.
Rodar o instalador
Baixa a ponte, monta o ambiente virtual, instala as dependências e põe o plugin na pasta do Studio.
irm https://claybrick.online/install.ps1 | iex
Colar sua chave
Preencha ANTHROPIC_API_KEY e deixe DEFAULT_BACKEND=api. A chave sai do console da Anthropic.
notepad $env:LOCALAPPDATA\Claybrick\server\.env
Subir a ponte
Sobe em http://127.0.0.1:8787. Abra /health pra ver os backends disponíveis e se o API dump do Roblox já foi indexado. No Studio: aba Plugins → Claude Agent; na primeira ação, permita o acesso a scripts e HTTP.
cd $env:LOCALAPPDATA\Claybrick\server; .\run.ps1
Pedir a primeira coisa
"Crie uma plataforma de neon vermelho 20x1x20 em (0, 10, 0)." Se ela aparecer no Workspace, a ponte está de pé.
Grátis pra usar.
Café acelera as próximas features.
O Claybrick é gratuito e não tem paywall. Se ele te economizou algumas horas de debug, um cafezinho ajuda a manter o roadmap andando.
Doe uma dose de cafeína.
Sem cadastro. Sem conta. Só um botão.
→ 100% vai pra manutenção e novas releases
Perguntas honestas.
Preciso de uma chave da API pra usar?
Não. Tem dois backends: um usa sua chave da Anthropic e cobra por token; o outro roda o Claude Code logado na sua conta Pro ou Max e gasta a cota da assinatura. Os dois entregam as mesmas 27 ferramentas — dá pra alternar no plugin.
Rodar irm | iex não é perigoso?
É um cuidado justo: esse comando executa na hora um script que veio da internet, e você deveria desconfiar de todo mundo que pede isso — inclusive de mim. Então leia antes: irm https://claybrick.online/install.ps1, sem o | iex, só imprime o script na tela. Ele confere seu Python, baixa o zip, cria o ambiente virtual, instala o que está no requirements.txt e copia o plugin. Escreve em dois lugares e só: %LOCALAPPDATA%\Claybrick e a pasta de Plugins do Studio. Não pede admin, não mexe no PATH, não instala Python por você.
Ele mexe nos meus arquivos ou no meu terminal?
Não. No modo assinatura o agente fica travado nas ferramentas do Roblox (mcp__roblox__*); Bash, Read, Write e Edit ficam explicitamente bloqueados. O servidor-ponte roda em 127.0.0.1, na sua máquina — nada do seu place sai pra lugar nenhum além da própria API do Claude.
E se ele fizer besteira? Dá pra desfazer?
Ctrl+Z. Cada ferramenta de escrita — e cada batch inteiro — é um waypoint de undo do Studio. As exceções são run_code e run_playtest: nem tudo que código em execução faz é reversível. O run_playtest em particular é destrutivo, porque RunService:Stop() não restaura o place: o que a física derrubar e os scripts criarem permanece.
Ele inventa propriedade que não existe, tipo todo mundo?
É o problema que a ferramenta lookup_api ataca. O servidor baixa e indexa o Full-API-Dump.json oficial da versão do Studio que você tem instalada — 682 classes e 351 enums — e responde com as propriedades, métodos e eventos que existem de verdade, marcando os deprecados. É o que impede o part.Colour inventado. Não é mágica: é a API real no contexto.
Como ele testa o que escreve?
Numa escada, do barato pro caro: check_syntax compila sem executar; run_code dá require num ModuleScript e roda asserts de verdade, em edit mode, sem sujar o place; get_output lê o Output do Studio pra ver o que aconteceu. O run_playtest fica por último, só quando o comportamento em runtime é o objeto do teste.
A conversa não estoura depois de um projeto inteiro?
Cada get_tree e cada run_code volta como texto no histórico, então sim, enche rápido. No backend de API a conversa é compactada sozinha: passando do limite configurado, a API resume o começo e segue a partir do resumo — e o chat te avisa quando isso acontece. O histórico já visto ainda é lido do cache, a 0,1x do preço.
Funciona num jogo publicado?
Não. Plugins só rodam no Studio, então o Claybrick é uma ferramenta de desenvolvimento — não tem nada rodando no seu jogo em produção.
Quem tá por trás?
Um dev brasileiro (Marcus) que passa o dia fazendo integrações entre sistemas em Python e resolveu apontar o mesmo padrão pro Roblox.